"Teu, para sempre, encantadora dama, enquanto a máquina deste corpo me pertencer."
[b](Hamlet)[/] Cena II, Ato II
Eu quis inocentar aquela culpa viciada Em olhos confidentes e à única acepção Devolvendo a dor que ocupa, vezes não Na terra onde carrego minhas escadas
Ao subir em convulsão, toda uma vertigem Na parte derrotada das palavras casuais Quanto mais ar se for, mais cenas insistem Quanto maior o exemplo de tantos finais
E eu cheguei a crer em lados que pretendia Eu levava uma hora pra entender o corpo Vestir os olhos dela até a febre, mais um pouco
Então, eu quis sentir a sua estratégia arredia Qual marca lívida ao instante que eu precisava Para a chuva molhar essa minha dor ajustada