"O instrumento fatal se acha em tuas mãos, sem guarda e envenenado. Minha astúcia se virou contra mim. Jazo por terra para sempre. (...)O rei... É ele o culpado."
(Hamlet) Ato V, cena II
Todo esse tempo e eu procurei suas respostas Comum acordo entre minhas expectativas Nos olhos vagos que eu queria perder a saída Onde eu via os seus desejos ao que me devora
Todo esse tempo e eu consentia, apenas Um passo após e logo me soube perdido Gritando um nome do avesso e preferido Meu quadro do seu corpo, minha queda e cena
Agora, enterro em meus dedos, essa suposição Um mundo impuro e estreito, de fogo, de chão Somente eu por testemunha dessa pobre fé
O púlpito onde recomeço um conto qualquer Com estórias vencidas e poemas imperfeitos Na ilusão que queima de noite e dias inteiros.