Poemas : 

réu

 

"Cara Gertrudes, as tristezas não andam como esías, mas sempre em batalhões."

(Hamlet)
Ato IV, cena V











jaz o templo-calendário
outono afixado de condutas
jaz. às cenas de culpas
ao espaço considerável

qual um sonho/algo irreal
alheia fé que cheguei a crer
um presságio que não se vê
tal insone/máximo graal

ah! elegia de consumir-te..
qual fruta criada e fértil em verso
ah, devassidão que te espero..

ah, minha lima, bela Circe..
qual chuva afiada, projétil de sexo
ah, confissão.. eu. (já)não te nego!


a retirar

 
Autor
Azke
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