Poemas : 

sob cinzas,

 







(oh)
torpe fogo,




a encaminhar o resoluto olhar
esperar-te à esquina das (meras)outras-respostas(às costas)
à exceção e queda-ponta, ou
discórdia.
em
cordas altruístas (içadas)por (ir)revelação
- crave-te à unha e à serpente!
- exija o teu pouco além de si..







reprime.
enxágue o canto arguto
abuso de pilhéiras em matéria(prima, e) farta de mim
(e)te




é.







o curso. em,
casa-revolução ao vento que(te) propaguei
à história das desimportâncias e instantes vulgares
à luta
a fuga
a pré-incisão
à dor e à campanha re-eleita
(da capa e-do espanto.)



e,
te



é.




o espaço renegado por imprimir-te, frágil
à coincidência semi-ir-revelada de velas-acesas
sempre te sendo às mesmas
pois,





o que você(bem) quer, é:
isto:





redenção..
alívio
e
vida

















eu sei de prados e imagens obsoletas por encarregarem-te ao teu nome, lá..
eu sei das mensagens que guardei de mim por não te compreender
eu sei das esperas e re-voltas por atroante convulsão
eu sei do tempo preparado(ah-eu sei..)










porém,
apenas





te





é,




o fogo..


a retirar

 
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Azke
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