"Dar-vos uma resposta sadia. Meu espírito está doente."
(Hamlet)
Ato III cena II
sob
todas às lajes, trafeguei
em quesito de igualdade do tempo
à letra vã que me consumia
à escada refém dos meus passos
sob
aos corpos soltos da cidade
em elevação ao meu cair oportuno
em jóias e prata
pelo pouco lado de ti
sob
à tua crença
minha imagem desnítida(não quero ver..)
da ilusão e do fogo
onde ferve-me à prece
sob
estes aspectos, continuei
a seguir um rastro nulo
conversas em meus devaneios
à minha solta-culpa
sob
letras, sob cacos
às vidraças do castelo saqueado
à minha expiação
o meu pecado(de lado..)
sob
trevas, resisti
em meio ao caos que te condena o nome
ao preço que nunca pude prever
nem à mesma venda que usei-te
sob
o céu em testemunha
apenas, um esboço, um pouco de fé
até.. que eu caia
ou, encontre o meu
fim.
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