É livre. A memória esquecida
Momento retrátil por ensaio irreal
É breve. Tal estória comprimida
Na artéria de olhos crivos, afinal
Na terra dos que não se insistem
Na escuridão em chuvas torrenciais
As esperas de tintas que se fingem
Ademais cortes por serem a mais,
Mesma primavera febril, constante
Imperiosa parede que deforma o não
Nas célebres passagens dos instantes
Na escuridão dos olhos pelo chão
Não é sonho passageiro que desaba
Que especula um ponto e nunca acaba
a retirar