Poemas : 

só se me deixasse ir,

 





O escuro que te lembra em versos iguais
Ainda demora por amanhecer em precipício
Nas inverdades claras que um tempo desfaz
A devoção é sempre fixa, porém, tal um vício

A proporção de deixar os seus meios frios,
Devora cada vez que tento imaginar o chão
Mesmo descendo e caindo em cortes, em rios
Eu sei da metade criada pra essa devoção..

E se deixarem o seu nome de, que seja então!
Na espera de um outro dia, tolo, outro não.
Uma outra parte que despeço depois de perder

E se me virem em cenas repetidas, ainda não.
Não me culpe por ser cético por deserção
E se puder, me liberte.. pra eu te devolver


a retirar

 
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Azke
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