O escuro que te lembra em versos iguais Ainda demora por amanhecer em precipício Nas inverdades claras que um tempo desfaz A devoção é sempre fixa, porém, tal um vício
A proporção de deixar os seus meios frios, Devora cada vez que tento imaginar o chão Mesmo descendo e caindo em cortes, em rios Eu sei da metade criada pra essa devoção..
E se deixarem o seu nome de, que seja então! Na espera de um outro dia, tolo, outro não. Uma outra parte que despeço depois de perder
E se me virem em cenas repetidas, ainda não. Não me culpe por ser cético por deserção E se puder, me liberte.. pra eu te devolver