| Enviado por | Tópico |
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| Rogério Beça | Publicado: 19/07/2026 08:09 Atualizado: 19/07/2026 08:09 |
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Colaborador
Usuário desde: 06/11/2007
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Mensagens: 2344
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Verdade que o excesso de estímulos muitas vezes leva à analgesia...
Depois, ao nível filosófico, há muitas semelhanças entre o tudo e o nada, que o teu poema consegue tão bem expressar. E não há como não sentir uma certa angústia no fim da leitura... Andas com publicações muito fortes, ou seja, com muita qualidade, na minha opinião. Abraço |
| Enviado por | Tópico |
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| Alemtagus | Publicado: 19/07/2026 14:28 Atualizado: 19/07/2026 14:28 |
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Moderador
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Mensagens: 4525
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Quase senti o ardor. Esse quase inferno que queima a alma interior deu ao poema uma moldura rubro-negra digna de Dante.
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| Enviado por | Tópico |
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| MÁRIO52 | Publicado: 20/07/2026 18:45 Atualizado: 20/07/2026 18:45 |
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Colaborador
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Mensagens: 1039
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Quantas vezes morremos e renascemos de novo, sem termos essa percepção.
Gostei bastante deste teu poema, Beatrix. Beijinhos e boa semana! Mário Margaride |
| Enviado por | Tópico |
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| Benjamin Pó | Publicado: 23/07/2026 11:02 Atualizado: 23/07/2026 11:03 |
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Isto de sensações só vale a pena Se a gente se não põe a olhar para elas. Nenhuma delas em mim serena... De resto, nada em mim é certo e está De acordo comigo próprio. As horas belas São as dos outros ou as que não há. (Álvaro de Campos) Um abraço, Beatrix! |