Estás nos passos
Eu, nos teus braços.
O tempo que sentimos, deixou
de ser intervalo.
Com caminhos levados.
Em passos sem meio.
Sem dia, nem noite.
Só flores lilases e madrugadas.
Pedindo sombras encimadas.
Com cores de ventanias.
Ecos que saciam.
No trigal linho, passam as mãos.
Em mão tocada.
Passa manso tato de canavial
Em abraços.
Zita Viegas