Cantigas d’ Alva I
Nessa montanha rugosa,
escura noite de breu,
sinto teu corpo fremente.
Minha mão, feliz, airosa,
no trémulo corpo teu
e o cobre de paixão ardente.
Na serra alta serrana,
vem a funesta madrugada,
prender minhas mãos travessas.
Teu corpo de tez cigana,
apressa-se na passada,
negando-se a mais promessas.
Poeta sem Alma
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.