Sonetos : 

Doces venenos

 
Ontem eu vi o Homem-Aranha
Pintando as paredes de um edifício
No Brasil o político honesto (?) só ganha
Em cima de milhões de sacrifícios.

As palavras são doces venenos
Na boca de qualquer vulgar,
A justiça humana pesa no pequeno
Porque ao grande demora muito tocar.

Poemas são códigos sutis
(Mais poderosos que fuzis)
Levando gerações ao raciocinar

Que neste vasto incógnito país
A porta da prosperidade se abrirá,
Mas precisam muito estudar.


Mauro A Evaristo

 
Autor
Mauro Antonio
 
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