O dia devolvido em hastes indeléveis e inúteis Sem linha inventada e apelos construídos E nada valem! Nem esboço de olhos fúteis É assim! Sem espaço.por ambiente servido
E nada reina! Na treva de um sonho bom Na melhor estória que inventaram ou um tom Pra deixar em música, o que tentei e não quis Meu ensaio de cortina, e nada sou, ou fiz.
Deveria ser um ponto? Quando muito, indevido Na métrica que poderia ser um início viciado Mas nem assim e nem se fartaria, acelerado
Sem ver a curva, pois cego estou! Mas eu insisto! Apenas pra acordar em devaneios abstratos Nada vejo, pois ela não veio sem meu chamado