Poemas : 

meu último e relés texto. de amor imperfeito

 
Nessas horas incontáveis que nunca debilitam
Toda a sede que um dia em mar revolto, trafeguei
Já nem valem as cores que deixei de acreditar
Sóbrio como a lua emancipada, sem uma só lei

Pra seguir em horizonte trêmulo, mas constante
Pra desafiar as paredes brancas e as perverter
A minha vontade é a minha virtude, assim obstante
E minha fúria derrota o medo de sempre descer

Onde os tolos esperam, onde a mesma luta cai
Esperando o contato da pele sobre lâmina de mim
Vinde a mim! As febres de um dia e erros lúcidos!

Aproximam-se esses contos insensatos avulsos
E poderiam ser anjos em fileiras de olhos carmesins
E poderia ser a escolha dela enquanto também, se vai




Mas não
É.


a retirar

 
Autor
Azke
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