MEMÓRIAS DA INFÂNCIA
Brasil e Portugal (homenagem aos amigos brasileiros)
Pot-pourri de quadras
Meu filhão, como te chamava,
Estou como não m’ imaginava.
Sinto-me no sítio errado,
No lugar que nos foi trocado.
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Foste o herói prólogo,
Também este ano,
Mas antes de ver o epílogo,
O corpo deixou cair o pano.
Não te vemos a atuar,
Mas a tua luz alumia
A plateia e o nosso lugar,
Dia a dia, noite e dia
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Permanecem memórias
Do teu amor ao m' abraçar,
Das tuas difíceis vitórias
e do teu lindo gargalhar.
A conecção pode ter caído,
Mas o canal da alma está aberto.
Assim, mesmo tendo-te perdido,
Sinto-te sempre aqui por perto.
Na frequência do pensamento,
A tua voz continua a ressoar.
Não há interferência, e não há vento
Que me impeça de te escutar.
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Fôste o melhor filho, o melhor amigo,
Eras marido e pai porto de abrigo.
Agora para a tua vio lêtinha
És , no céu, uma estrelinha.
Vejo o teu sorriso escondido
No sorriso da tua maior fã:
Um sorriso que será protegido
Por todos: avós, tias e mamã.
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Algures no Universo, Estarei sempre presente.
os nossos laços , o tempo não desfaz,
e da dor que deixaste, és inocente,
A luz do teu olhar, jamais s'apagará,
E., tal como creio e muito anseio,
Minh'alma aí, sempre estará.
Parte de mim foi-se, já não existe,
Outra ficou aqui, ainda resiste.
Porque a Violeta precisa de nós,
Do amor, também dos seus avós
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Vejo o teu sorriso escondido
No sorriso da tua maior fã:
Um sorriso que será protegido
Por todos: avós, tias e mamã.
Não sou poeta mas, quem sabe, um dia escreverei
um texto que (pela persistência e sorte) possa ser lido como poema
Desde que o meu filho partiu, tenho feito textos, a IA as musicas que partilho e ouço - Alias todos os dias ouço música, mas desde o fatídico dia, só ouço estas- É como se mantivesse coisas dele, se falasse com ele e tc. este dambinha é um apanhado de vários versos em agradecimento aos amigos do Brasil, à segunda famíla dele.