Poemas : 

Evangelho Segundo a Vida [11] (197ª Poesia de um Canalha)

 
Mostras com mão mole o teu ego egoístico
És ministro de um desgovernado ministério
Senhor de tantos qu'aqui nunca tu amaste
És sombra de um dia sem o teu sol crístico
Nuvem medrosa que paira em oco mistério
Sem chão onde durma a cova que herdaste

Serás sempre um salafrário sem dignidade
O biltre energúmeno com ar de mais nada
Que passeia nos corredores da democracia
Baboso orgulhoso da falta de humanidade
A vírgula verborreica da política já cansada
Dos teus irmãos nesta nossa pátria já vazia


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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