O flautista de Hamelin,
Os cantos das sereias
Não têm seus efeitos sobre mim
Não mais me meço por réguas alheias.
Nesta sociedade de valores invertidos
Onde quem trabalha é preterido
Em detrimento a notórios bandidos
E há quem aplauda, ache bonito.
Hoje olho para o lado e me assusto
Com a precariedade dos discursos
E tento em vão a muitos dizer
Que a humanidade está a um pulo
De não mais acordar para perceber
Que existe poder infinito em todo ser.
Mauro A Evaristo