tenho 200 poemas escritos
para quê,
a minha mão treme
apenas com o passar do vento,
e não inovo,
respiro da mesma forma
que o fogo,
e a minha pele espalha-se
no chão molhado do início
de inverno,...
200 poemas que não
compram um beijo,
dão fome por vinténs que custe a comida,...
e tocam os extremos
do mundo,
sem passar por nenhuns corações
Nothing happens,
And it keeps on not happening,
Forever