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...,miudo de ranho farto, e olhos vivos

 
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...,miudo de ranho farto, e olhos vivos
 
Não era deste tempo,
nem sequer de
quando o presente
se chamava miúdo,
menino de ranho farto,
e olhos vivos,
 foi de quando as
mães se achavam prontas,
para que a partilha comigo
fosse o choro,…

aquele tempo arrepiado,
com frio e quente
de carinhos sujos,
e parco de saber
e conversas inúteis,…

aqueciamo-nos,
eu e quem me confiava
segredos,
na chama invisível
da confiança,…

e aqui nos tínhamos,
insuficientes,
mas de tranquilidade
reconhecida

 
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fracafigura007
 
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