Olho pessoas sem a luz nos olhos,
com o silêncio em suas vidas,
de passos incompletos,
com vontades e não poder segurar outra mão.
Pessoas em pedaços,
pedaços de pessoas,
e que, mesmo assim, caminham sem ver o caminho,
deixando marcas de um pé esquerdo ou direito,
escrevendo suas vidas
não com as mãos,
e sim com atitudes,
no viver de um mundo incompleto,
de uma alma perfeita
de nosso ser.
o poeta ea solidão