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Poemas -> Dedicatória : 

Isabel Fonseca

 


Entre a angústia e a saudade
Entre as lagrimas e a dor
Surge a paixão como uma tempestade
Num turbilhão cheio de amor.

Os seus poemas são actos
Dignos de um grande romance
E as suas palavras são factos
Que deixam qualquer um em transe

É uma sonhadora romântica
Que ao sabor da lua cheia
Escreve de forma poética
A alma da alcateia.

Desfaz os novelos da sedução
Como um mítico ritual
Emanando uma grande emoção
Na sua escrita sensual…



José Coimbra

 
Autor
Legan
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Enviado por Tópico
AntónioFonseca
Publicado: 04/09/2018 01:07  Atualizado: 04/09/2018 12:37
Colaborador
Usuário desde: 31/05/2013
Localidade: Portugal
Mensagens: 617
 Re: José Coimbra
Caro poeta José Coimbra, fico encantado e lisonjeado pela dedicatória poética e reconhecimento que dirige à poeta Isabel.
Sendo eu suspeito, reconheço no entanto à mulher que amo e que ao longo das jornadas da vida, as suas vertentes poéticas, onde pontificam na sua entrega de alma e coração, o carinho e dedicação pensadora com que transmite e escreve os seus poemas, pensamentos ou sonetos, com temas de cariz variado.
A Isabel é realmente uma sonhadora romântica.
Que ao sabor da lua cheia, satisfaz os leitores com a sua inspiradora veia poética, seus seguidores e seus admiradores.

Bem haja. Boa noite.
Abraço.
António Fonseca


Enviado por Tópico
IsabelRFonseca
Publicado: 04/09/2018 22:33  Atualizado: 04/09/2018 22:36
Colaborador
Usuário desde: 25/05/2013
Localidade: Algures em Portugal
Mensagens: 2718
 Re: Isabel Fonseca

Quero agradecer o seu belíssimo poema
relativo à dedicatória sobre a minha pessoa

Agradeço muito as suas amáveis palavras
e como forma de agradecimento

Meu caro poeta e em homenagem a si

Fica este poema que eu gosto
e espero que também goste

Obrigado mais uma vez pelo seu poema
o José é um grande poeta para mim

Um abraço José Coimbra
Bem haja


COMPANHEIROS

quero
escrever-me de homens
quero
calçar-me de terra
quero ser
a estrada marinha
que prossegue depois do último caminho

e quando ficar sem mim
não terei escrito
senão por vós
irmãos de um sonho
por vós
que não sereis derrotados

deixo
a paciência dos rios
a idade dos livros

mas não lego
mapa nem bússola
porque andei sempre
sobre meus pés
e doeu-me
às vezes
viver
hei-de inventar
um verso que vos faça justiça

por ora
basta-me o arco-íris

em que vos sonho
basta-te saber que morreis demasiado
por viverdes de menos
mas que permaneceis sem preço

companheiros

Mia Couto

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