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A dor nunca provém de uma insignificância!

 
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A dor nunca provém de uma insignificância!
 
A dor nunca provém de uma insignificância!
Quando só te deparas e abres os braços em busca de falsos consolos, acreditando serem desculpas para te reconfortares, é quando verdadeiramente te perdes. Vês pequenas presenças onde não estão, ouves frases não proferidas e acreditas em palavras não sentidas. Como que numa fuga à esquadra corres da solidão e da dor relembrando memórias de um futuro que perdeste. Tentas sufocar, dedicas-te a algo ou alguém e, ainda assim há um momento que sentes não mais bastar. Trocas um olhar por um gemido, um enlaçar de dedos por um passar de unhas, trocas um beijo pela necessidade física de falsos consolos. Mas, no fundo tu sabes, não há gemido mais excitante do que o da mulher que te ama. Não há unhas que te arrepiem como as da mulher que decidiste guiar. Não há maior consolo do que o sentido nos lábios da mulher que amas...
São esses fracassos que relembras quando ao espelho te vês, no entanto de alma desnuda para ti e coração aberto abraçar-te-á novamente alguém, alguém capaz de quebrar o gelo do peito envolto e novamente te ensinar a amar.


FS

 
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Spranger
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