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Poemas : 

Lhe chamo

 
Lhe chamo..
Viver
Sair do ócio
Curtir o chão
A casa
Sair do vazio
Subir com o horizonte
Ver o claro
Olhar dos montes
Manda o medo ir embora
Retoma suas receitas
Do bolo de aipim
Segue teu caminho
Vem brincar
De corre lacochia
Soltar pipa no alto.
Contar pingos de chuva
No inverno de Poço Redondo
Quem disse que você não vale
Nada disso
Ka estamos quebrando os elos das amarras com o escravocrata
Largando o atraso
Vem você também
Chuta o balde das amarras
Dos não isso
Mais aquilo que não pode
Abacaxi com ovos também não.
Joga esse vício do medo pra fora
Como mais os naturais
Menos sal
Menos açúcar
Já lhe fará muito bem
Deixa de lado essa coisa da moda
Roupa de grife
Jóias raras e caras
Penteado da época
Seja você mesmo
Valorize seus ritos
Costumes
E personalidade reais
Se quiser
Curta o sol
E a noite de Lua
A brisa da madrugada
Faz muito bem
Para quem cedo madruga
Toque o sino que lhe toca
Mantendo o despertar
Do seu tempo
Seja quem você é
Ande de trem
Buzu
A pé
Ou de avião
Se não dá
Peça carona
Não se importe para quem torce o bico
Deixe de alimentar os vícios
Do inútil objetivo do consumo
Troque a verdade
Seja menos vaidade
Nada de negociar a liberdade
Do ir e vir
Discorde sempre do incorreto
A verdade da vida já é tudo
Você está com ela em seus momentos
Faça por merecer.
Não se deixe sucumbir
Ao aceno da ambição
Tal qual torre de Notre Dame
Em chamas.
Não viveras para contar
Outras histórias de aventuras.

Por poeta e ecologista
Lizaldo Vieira


Q U E S E D A N E C U S T O d e V I D A - Lizaldo Vieira
Meu deus
Tá danado
É todo santo dia
O mesmo recado
La vem o noticiário
Com a
estória das bolsas
Do que sobe e desce no mercado
De Tóquio
Nasdaq
São paulo
É dólar que aume...

 
Autor
Lizaaldo
 
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