Sempre que o vento chora
A terra sente as suas carícias
É quase como o amor que alguém implora
Socorrendo-se de algumas malícias
E por vezes dói ver a senhora
Em condições pouco propícias
Onde o seu rosto cora
Com tamanhas delícias
E ele que a queria a toda a hora
Sem ter que usar perícias
Que a façam sentir a sua força centrifugadora
Que mais parecem imagens fictícias
Mas quando ele amena e a decora
Parece uma noite de núpcias!!!
Palermo 08/11/2011
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