Abro a janela empenada,
O corpo infeta a ponto de a dor ser uma corrente de ar,...
So me mereço como reticências,
Enquanto espero que ela,
A minha mãe dos fins de tarde,
A dolosa progenitora dos erros,
Das omissões,
Dobre a esquina,
E com ela traga a chuva cadenciada,
Que me habituei a ver como seu rasto,....
E ela chega,
Abro os olhos o suficiente para chorar,
E ve la continuar,
Ignorando que a amo ainda à minha maneira