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Poemas : 

Vida

 
que a minha existência perdure,
ate aos confins do tempo,
e que, mesmo depois de esgotada a estrada da vida,
as memorias que deixei, sejam recordadas,
não conheço maior gratidão,
do que ver crescer os rebentos,
nascidos do tronco que se curva mais e mais,
a cada inverno que passa,
...
o outono rodeia-me,
e já são muitas as folhas caídas,
que agora só vivem na memoria,
...
mas o caminho abre-se a frente dos meus pés,
guiado pelo teu sorriso infantil e inocente,
tenho que prosseguir a caminhada,
mesmo que não saiba,
o que me espera na curva seguinte..

 
Autor
Rafaeldesousa
 
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