Crónicas : 

Vida de cavaleiro

 
Em outros tempos, não seria possível admitir,
mas hoje em dia, estar sozinho significar estar perdido.

eu ficava esperando
acreditanto que estaria protegido por anjos...
para viver o grande amor

eu que ficava zombando da ingenuidade alheia
hoje clamo por um amor perfeito...

eu gritava pelo anjos
para encontrar o caminho aberto
queria sentir a segurança
e o calor que poucos vivem
sob a ilusão divina

Não resisti, deixei quebrar
deixei meu coração se partir

incompleto, diante da cruz
meu corpo se agozina nesta seara
pés e maõs vagueiam pelo lençol
nesta solidão sem colidir com a luz

sempre um talvez, nunca um para sempre...

Huveram dias que desistir fazia parte do cotidiano... uma constante vingança contra todas as mágoas...
Na certeza que a morte terminaria com tudo!

Mas teria o início de um novo sofrer...
às margens do inferno, um futuro
cuja guerra seria contra meus demônios.

Enquanto todos estariam rindo pelas costas
do pobre covarde...

A única coisa que ainda dava força era uma lembrança...

Ele era louco, vivia inconteste...
altos e baixos, alucinado pela overdose do prazer...

Mas sua espada estava sempre manchada!
Ao chão, seus ossos demonstravam a agoni...

Haveria uma única chance de um perdão?!
Perdoar sem haver arrependimento?!




 
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Charlie
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