Sonetos : 

Doces horas

 
Eu aproveito o silêncio
Não pelo que me feria
Mais pelos bons sentimentos
Que se fizeram boa companhia.

O céu de um azul brigadeiro
O mar o repetia tal qual espelho
E eu absorto em meu sentir
Cicatrizava o que veio me ferir.

Tem os dias de luta e os de glória,
Mas também tem aquelas doces horas
Em que o silêncio se faz natural

Silêncio esse que enriquece a memória
No pulsar da energia transcendental
Guardada por milênios na glândula pineal.


Mauro Fera Da Poesia

 
Autor
Mauro Antonio
 
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