| Enviado por | Tópico |
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| Alemtagus | Publicado: 28/05/2026 08:02 Atualizado: 28/05/2026 08:02 |
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Moderador
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Localidade: Montemor-o-Novo
Mensagens: 4440
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Perdi-me um pouco no último verso, penso que querias escrever "o de" em vez de "ao", mas o mote não se perde por aí, garantidamente.
As pobrezas, por vezes, definem-se por uma fatia de pão, talvez aquela que se espera ansiosamente, do pão de sexta, outras vezes será por uma moeda a mais ou a menos. Ditosas peças de metal passadas de mão em mão que ditam a quantidade necessária de fé para viver o dia a dia. Levaste-me a um mundo triste e real, bem, talvez não me tenhas levado, mantiveste-me lá porque se esquecermos a nossa parte de culpa pela pobreza material, aumentamos a nossa outra pobreza, a humana. Boa reflexão |
| Enviado por | Tópico |
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| MÁRIO52 | Publicado: 28/05/2026 22:06 Atualizado: 28/05/2026 22:06 |
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Colaborador
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Localidade: PORTO-PORTUGAL
Mensagens: 1029
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Poema realista e bastante corrosivo.
Na verdade, muitos se alimentam da fé dos que suportam a fome. E diria mesmo, especialmente ao domingo. Quando a fome de fé, se sobrepõe à verdadeira fome de comer. Gostei bastante, amiga Beatrix. Beijinho. Mário Margaride |