Foi a noite sem paralelo ou sentido
O farfalhar de corpos, pelos, libido,
Entre beijos amassos e abraços
O dia recebeu nosso cansaço.
Dormimos um no outro
Entre alegrias e êxtase no corpo,
Ela me olhou com carinho imerecido
E grato vi muita coisa fazer sentido.
Uma preguiça em não sair dali
Ela me abraçou a sorrir
Vendo com calma a explosão do dia
Docemente voltamos a nos repetir
Todos os sabores dessa suave alegria
Um no outro fizemos de novo poesia.
Mauro A Evaristo