Na noite passada havia
tanta lua
tanto brilho de estrela
a refletir nos instantes
tempo de abrasar
a eternidade
no olhar da espera...
a arvore forte
farfalhou
e o ninho nas ramas
vacilou
um grilo insone
as rãs
o vento
um cão
ninguém dormiu
nem eu.
Maria Lucia (Centelha)