em várias vezes,
de todas as formas,
os sonhos que deixava,
arrastados,
prendiam-se à pele
como arrependimentos,....
e voltava aos papéis,
ao que fui reescrevendo
por medo,
por sombra recortada
do sol,
e fazia embrulhos
de realidade,
que depois deixava,
ao sol,
para que se me
moldassem,
como acrescentos
de carne sem idade,
e sem forma,....
e por isso,
os sonhos vão
habitando em mim,
tanto como
desabito da minha verdade