Quando eu era bem criança,
tentava humanizar as pedras.
Via gente cuidando dos bichos,
das árvores,
das flores.
Mas as pedras...
Estavam por
toda parte.
Ninguém lhes dirigia um afago,
um olhar,
um nome.
Talvez tenha
sido ali que aprendi
a amar
o que o mundo esquece.
Inconstante...
