| Enviado por | Tópico |
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| DCM_1978 | Publicado: 25/07/2026 16:01 Atualizado: 25/07/2026 16:01 |
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Da casa!
Usuário desde: 05/01/2026
Localidade: Lisboa
Mensagens: 323
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Talvez não seja preciso responder, a poesia acaba por ser um conjunto de perguntas sem resposta e a resposta acabará por aparecer naturalmente mais à frente.
Abraço poético |
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| Enviado por | Tópico |
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| klopes | Publicado: 25/07/2026 19:30 Atualizado: 25/07/2026 19:35 |
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Super Participativo
Usuário desde: 15/02/2026
Localidade: Lisboa
Mensagens: 103
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Cara poetisa,
Eis uma pequena missiva ao seu apelo… O poema é verdade oculta no cerne do barro, centelha de ouro a trespassar o véu da noite, é o branco que sobra na folha intacta. O amor não morre por falta de força, mas por falta de presença. A sabedoria para salvá-lo não está em evitar as dores, mas em nunca deixar que o afeto se torne a folha branca intacta. Excelente poema. Carlos |
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| Enviado por | Tópico |
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| Alemtagus | Publicado: 26/07/2026 13:20 Atualizado: 26/07/2026 13:20 |
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Moderador
Usuário desde: 24/12/2006
Localidade: Montemor-o-Novo
Mensagens: 4591
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Morte ao amor, senhores! À morte! Que se decepe quem d'amores vive Nesta fogueira que arde sem se ver E se deixem tais loucos à sua sorte Ter no peito a dor que a dor revive Boa morte a quem de amor morrer E que se vá por aí de beijo em beijo Diluído no calor de um velho abraço Vestido por saudades quase mortais E se faça esse tal amar mero desejo Tom leve d'céu e mar no teu regaço Onde se amava por palavras banais Morte ao amor, senhores! À morte! Que s'esqueça da noite o novo dia Esse tal sabor a chuva que aí vem E se deixe maior louco à sua sorte E esse aperto que grande se fazia Qual este qu'mais ninguém o tem |
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