Gélido dorso que não cabe mais abraçar.
Até a última vértebra ,
Que possa eu desejar.
Deitada em lágrimas
Cercada de flores
O que termina e fadada.
É ruína que exala.
Osculada na face
O vínculo sinerge
Aos corpos despede.
O espírito clama
O que atenta e assombra
Incide a infâmia.
Porque ainda te ama…
Rodrigo Mortari
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