Todos os (meus?) algoritmos
Não são em nada orgânicos,
Minuciosamente cínicos
Sem nenhum sentido quântico.
Todos são pré programados
Para me deixarem de lado
Em pró outros vetores.
Pasmem, Senhoras e Senhores!
Ainda assim eu insisto
Em poemar nas redes sociais
Muitos dos meus nudes mentais
Quem sabe os mesmos algoritmos
Esqueçam ou percam o ritmo
Deixando-me livre daqui de minhas gerais.
Mauro A Evaristo