Hoje, mais um dia em que a vida se despede de mim em silêncio.
E eu fico, com as mãos cheias de versos e o peito vazio de respostas, escrevendo poesias que ninguém lê, enquanto cada palavra parece ser um pedaço meu morrendo no papel.
Talvez ninguém leia o poema. Mas, enquanto escrevo, há uma parte de mim que finalmente consegue respirar.
Então, deixo meus versos aqui, como quem deixa flores sobre o próprio túmulo — na esperança de que alguém, um dia, perceba que eu estive aqui.
Hondy