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Poemas : 

Consolo

 
Nestas noites frias e gélidas
perdidas no tempo, onde as paredes
são abismos para o meu ser,
as persianas deixaram de se abrir,
o sol deixou de penetrar no meu ser;
Olho em volta e vejo
o obscuro ao meu redor;
a solidão neste quarto frio
e enfadonho que consome a minha dor.

Serve-me de consolo e aquece a minha alma
as palavras que brotam do meu ser
e os comentários que recebo a elas.


Débora


Todos os meus textos estão registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC)

 
Autor
DeboraAndrade
 
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