Poemas, frases e mensagens de Marco

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Marco

Momentos de luta!

 
Momentos de luta!
 
É nos momentos de luta que a felicidade se escura.
Quando se percorrem caminhos de forma dura.
Impelidos pela insatisfação que leva à procura,
através do desconhecido numa aventura

Enfrentando os desafios, o desbravamento,
será no fim recordado como o melhor momento.

Conquistada a euforia de alcançar o topo,
a vitória é doce o êxtase é louco!
Mas a glória é efémera e têm um preço alto:
Passadas as nuvens e o pico atingido,
olhando em volta só existe o vazio…

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Momentos de luta!

Perdi-te para me encontrar!

 
Perdi-te para me encontrar!
 
Os nossos destinos separam-se como artérias ao longo do corpo,
Sempre em sentido oposto ao coração.
Tal como o sangue que corre em nós
Também a vida tem sentido único,sem inversão.

Para não me perder, perdi-te, para sempre
Perdi-te para encontrar o meu caminho
E sem um beijo de despedida
Foi cada um à sua vida.

Agora que foste, liberta-me a alma!
Desvanece-te miragem!
És apenas uma doce estória,
que vou guardar na memória.

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Perdi-te para me encontrar!

Mundo Feroz

 
Mundo Feroz
 
Mundo Feroz

Sonho ser livre
Como o rio que corre distraído
E salta sobre as pedras
Brincando com as folhas que caem
Sem pressa, sem horas

Mas o Mundo é um lugar feroz
E a chuva que me mantêm cativo
Tortura-o, enerva-o e apressa-o
A entregar-se completamente
A um ser maior
Perdendo a sua essência

Marco Mata
 
Mundo Feroz

Rio morto

 
Rio morto
 
Rio sujo
Que corres corrompido pelos homens
Outrora belo e límpido
Alegre, frágil, mas vivo
Agora seguro, mas morto

Somos iguais!
Perdemos os sonhos
Estamos condenados a vaguearmos sós
Seguindo por caminhos vazios
para lugar nenhum.

Marco Mata
 
Rio morto

Soneto aldrabado: papel em branco

 
No início temos a folha em branco
Livre e descomprometida.
Bloco de pedra em bruto
Esperando ser esculpida

Sempre difícil o inicio
Quando falta inspiração
Estar à beira do precipício
Por vezes é uma salvação

Mas sempre o essencial
E pegar na caneta e sentir
E deixar as emoções fluírem

Quem não tenta, não consegue.
Quem arrisca, bem ou mal,
é criador, é personagem principal.

Espero que compreendam o título.Abraço a todos.
 
Soneto aldrabado: papel em branco

Hoje não vou para casa!!

 
Hoje não vou para casa!!
 
Hoje não vou para casa!
Não me vou sentar no sofá acomodado.
Atrás das grades da TV. e do PC,
a ver a vida em vez de a viver.

Vou abrir as asas e vou por aí,
como as andorinhas aos assobios .
Aproveitar o dia que ainda brilha.
Há sempre tempo para descobrir novos vales e rios.

Vale sempre a pena ir,
mesmo sem Norte,
Procurar a inspiração.

Mais vale tentar a sorte;
e não encontrar
Que ficar à espera da morte
Sem nunca sequer tentar.

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Hoje não vou para casa!!

Foram os meus Oceanos

 
Foram os meus Oceanos
 
Seremos sempre esquecidos e lembrados
Por aqueles que, por momentos, amamos tanto
O nosso quente Sol, de outrora
Será agora uma estrela fria e distante.

Sonhos que se tornaram realidades
Agora são miragens à distância
Medo e orgulho, na verdade
Afastaram esses barcos do meu porto em alguma instância

Movidos por outros ventos, sem velas nem leme
Navegamos por caminhos separados
E noutros portos ancoramos as nossas mágoas.

A todos os oceanos onde naveguei e me perdi
Eu desejo a maior das felicidades
Que me esqueçam e me lembrem com saudade

Marco Mata

Poema e foto de autoria de Marco Mata
 
Foram os meus Oceanos

O fim do dia!

 
O fim do dia!
 
O fim do dia, tem uma certa magia.
Tudo é tão sereno, quando a tarde cai
E o dia, por fim repousa.
O rio, anda lento.
Como se se dirigisse para a cama,
em passo sonolento.
As andorinhas despedem-se
Com voos picados e lamentos.
As estrelas já vão povoando o céu
E o silêncio anuncia-se!
É hora dos nocturnos despertarem!

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O fim do dia!

Terra seca

 
Terra seca
 
A fonte de alento secou.
Lagrimas de um povo esgotado salgaram a terra,
E o país é um deserto de esperança

Famílias sem teto, quase sem chão
Veem o Futuro em mãos alheias
Promessas de pão, como sereias
Arrancam os homens das suas aldeias

Braços que vão, para novos destinos
Partem sem querer, de corpos presentes
Corações que ficam, transbordam sentidos
Recebem o pão, mas de pais ausentes.

Imagem do google
 
Terra seca

Tempo de fluir

 
A grande mudança está em curso
Impossível retornar à origem
Serei novamente nascido
Para o mesmo, novo mundo

Com o fogo na alma e nas mãos
Voltarei a viver
Renasci das cinzas
E voltarei a voar

Prometam que me reconhecerão.
Construiremos um novo império!
Aguas paradas,
ficam saborosas na memória
Mas é tempo de fluir.

Marco Mata
 
Tempo de fluir

Vagueio por um café

 
Vagueio por um café
 
Enquanto espero pela hora de um café
Vagueio pela cidade a pé

Vagueio pela baixa de Leiria
Entre a gente apressada
Sigo pela noite fria
sempre em tranquila passada

Vagueio ao longo do Liz,
Contemplo as águas com calma
Gozando o frio que me gela as mãos e o nariz
Mas que me aquece a alma.

Vagueio pelos minutos e horas,
Até à hora marcada.
Tomo rumo, sem demora
A minha presença já é esperada...

Imagem retira do site: www.flickr.com/photos/joaquimcorreia/page4/

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Vagueio por um café

Todos somos Poetas!

 
Quem nunca criou um poema?
Quem nunca viu a beleza escondida,
que apenas a alguns se revela?
Que é um ponto de partida!

Para um simples verso!
Que não se escreve nem se lê.
E fica nos olhos de quem vê.
Um, somente!
Por um instante!
Mesmo que se apague no esquecimento,
fomos Poetas nesse momento!

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Todos somos Poetas!

Vâ Vida

 
Vã vida que te esvaís por entre os dedos.
Me enches os dias com medos
Fazes-me sentir tão pequeno!

Ténue a fronteira da vida!
Uma longa subida,
seguida de um precipício,
onde não sabemos o início.
Em que só terá asas,
quem deixa obra presente.

Todos outros são efémeros!
Se não criamos enquanto vivemos,
assim merecemos!

Como um rio que corre para a Foz,
e ao chegar também morre.
Se apenas correu perdido,
será esquecido e ignorado.
Se o seu dever foi cumprido.
Espalhou vida e fertilidade.
Será consagrado e lembrado!
Viverá na eternidade!
 
Vâ Vida

Costa Alentejana

 
Costa Alentejana
 
Sítios da Natureza
Onde se encontra a tranquilidade,
Vigora a sua beleza
Misturada com o nosso Passado

As estrelas reinam no céu
Na noite silenciosa e calma
Apenas se ouvem as ondas
É um esplêndido estado da alma

De dia tudo muda
A vida fervilha agora
Reinam estrelas, mas no mar
Caíram com o nascer da aurora?

Porém outros animais
Ocupam a mesma praia
Estes mais desejados
De bikinis e corpos semi-bronzeados

Na costa alentejana
Descobre-se tudo isto.
Beleza de origem humana;
Lapas, percebes e ouriços.

Marco Mata
 
Costa Alentejana

Regresso a Évora

 
Regresso a Évora
 
Confiei-te a minha Juventude
Com momentos de loucuras e alegrias
Preserva-a bem, até o meu regresso
Nos teus becos e recantos
Cheios de histórias de vãos amantes.

De Évora guardarei sempre…
Grandes amigos que fiz,
Místicas noite de euforias,
Breves amores,
Muitas histórias em que fui feliz,

Vida boa, a de estudante
Revivo os sentimentos intensos
Quando retorno à minha outra vida
E me devolves o que te confiei.
Fiel cidade, nunca serás esquecida!

Imagem retirada do google
 
Regresso a Évora

Escrevo Lixo!

 
Escrevo Lixo!
 
Sei que muito do que escrevo,
É lixo!
Mas não me ponham num crucifixo,
porque os meus poemas afixo.
Não sou nenhum bicho
Nem vos lixo
Deixem-me ir escrevendo o meu lixo
Faz-me não ir abaixo
Evita-me de sentir como lixo.
 
Escrevo Lixo!

Penosa Ressaca

 
Penosa Ressaca
 
Soltaram-me os arreios
E venho com os “cornos cheios”

Tudo se agita
A goela grita
E acabo a noite no fundo de uma sanita
A vomitar bocados de batata frita

Depois vem a azia,
Tonturas, e arritmia.

Se estou em sofrimento
Foi porque ontem fui jumento.
Mas não faço um falso juramento:
Por ter sido ser animal,
Mereço este mal

Vivi o momento, sem pensar o futuro
Sem consciência que ele me encontraria.
Ontem valeu, mas hoje é duro…
Se repetia? Repetia!
Ao menos vivi bem um dia…

Já tinha publicado uma versão deste poema,porém, não fiquei muito satisfeito.Por isso re-escrevi-o e re-editei-o. Com uma foto da sanita em questão. O poema narra a história de uma noite na rececção ao caloiro de Leiria, numa noite bem bebida ao som do grande Quim Barreiros. Espero que gostem.

Abraço!
 
Penosa Ressaca

Vendedor de G.P.S's

 
Vendedor de G.P.S's
 
Você que anda perdido,
E procura orientação
Vendo aquilo que precisa
Para acertar na direcção

Não é preciso entrar em stress
O seu destino será alcançado
Necessita de um G.P.S.´s
Que esteja actualizado.

São meus principais clientes
Viajantes e camionistas
Muitos outros os adquirem
Apenas para dar nas vistas.

Sou vendedor de G.P.S.´s
Assim ganho o pão de cada dia
Gosto do meu trabalho
Lido com pessoas e tecnologia

Nas folgas escrevo poesia.
Quero longe os G.P.S.´s
Vagueio sem destino
E gosto de andar aos esses

Imagem retirada da net.
 
Vendedor de G.P.S's

Poema ao trovador

 
Poema ao trovador
 
Todos os dias lá estava,
Triste e solitário.
Tocando musicas medievais debaixo das arcadas
Que me alegravam
E faziam começar bem o dia.
Dava-lhe uma moeda
Ele retribuía
Com um sorriso de agradecimento.
Justa troca
Uma moeda por um sorriso
Um sorriso por outro
Felicidade por felicidade
Obrigado amigo

Marco Mata
 
Poema ao trovador

Resistimos!

 
Resistimos!
Acomodados ao nosso fado,
receosos de um mal pior.
Como ervas resistem na calçada,
medrosas por novas rotinas.

Desperdiçando o dom da vida,
prolongamos a nossa existência.
Adiando para sempre um mergulho no desconhecido.

Velhos Carvalhos são eternos
Mas a doce brisa não lhes reconforta a pele...

Marco Mata
 
Resistimos!