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Poemas : 

natal...

 
natal...

esbarro na parede,
na indiferença,
no neon colorido,
ensalivo o pensamento,
medito...

das raivas contidas,
da liberdade da palavra,
das mãos desertas,
que natal sem pão,
sem paz,
fraternidade,
neste mundo que agonia
e vomita hipocrisia ?

natal...

o fim que já não é
de quem advoga começo!




poema registado na SPA

 
Autor
João Videira Santos
 
Texto
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