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Aborto, mídia e novela.

 
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Aborto, mídia e novela.

Apesar da abertura sexual onde “todos” se sentem à vontade para satisfazer aos seus desejos carnais a qualquer momento, a falta de orientação dos pais mesclado com o grande poder de influência da televisão é decisivo para o número de gravidez indesejada e por sua vez o aborto.
Muitas pessoas, por inúmeras causas são contra esse tipo de procedimento, sendo inclusive contra a lei, ocasionando abortos clandestinos, causando até problemas de saúde às pacientes, sendo arrastados durante a vida toda, como espirituais, morais e até penais.
A gravidez indesejada faz com que a pessoa pense em inúmeras formas de “voltar” no tempo, principalmente se não tiver apoio do parceiro, o que acontecem muito nesses dias difíceis de viver e fácil de ter relações sexuais, em qualquer festa, reunião, praia, sempre pode culminar num motel, até num cantinho de um beco ermo.
A televisão está aí para incentivar com novelas impróprias direcionadas a adolescentes, principalmente a famigerada Malhação, que “orienta” os jovens durante anos a fio, sendo agora a “identidade” como se intitula; cada vez que passamos pelo folhetim diário e anual, tem assuntos relacionados, a sexualidade: tema que pode ser até explorado, contudo incentivado é uma outra triste história.
Todos nós sabemos que os casos de gravidez indesejada multiplicam-se, entretanto o aborto ainda é proibido, mas o que devia se proibir mesmo é a facilidade sexual nesses tempos de internet, a família deve se aproximar mais do adolescente, que na maioria das vezes por falta de orientação ou excesso de permissividade, os problemas de todo o tipo aumentam e multiplicam-se.
Um desses problemas tem como “solução” o aborto, o abandono, o matricídio, mas esse tema polemico que todos “abortam” em discutir deve ser mais trabalhado, pois pior que criticar ou noticiar esses casos de exercício ilegal da medicina, é não dar a oportunidade da mulher fazer a sua escolha com a sua vida, com seu corpo, propiciando um crime pior ainda, terminar seus sonhos, seus dias, sua vida em uma clínica ilegal ou até em um barraco com um remédio abortivo dentro do útero.


Marcelo de Oliveira Souza




Marcelo de Oliveira Souza,IwA
Dr. Honoris Causa em Literatura
site: www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net - Concurso Literário
blog: http://marceloescritor2.blogspot.com
Instagram: @marceloescritor

Aborto, mídia e novela.

Apesar da abertura sexual onde “todos” se sentem à vontade para satisfazer aos seus desejos carnais a qualquer momento, a falta de orientação dos pais mesclado com o grande poder de influência da televisão é decisivo para o número de gravidez indesejada e por sua vez o aborto.
Muitas pessoas, por inúmeras causas são contra esse tipo de procedimento, sendo inclusive contra a lei, ocasionando abortos clandestinos, causando até problemas de saúde às pacientes, sendo arrastados durante a vida toda, como espirituais, morais e até penais.
A gravidez indesejada faz com que a pessoa pense em inúmeras formas de “voltar” no tempo, principalmente se não tiver apoio do parceiro, o que acontecem muito nesses dias difíceis de viver e fácil de ter relações sexuais, em qualquer festa, reunião, praia, sempre pode culminar num motel, até num cantinho de um beco ermo.
A televisão está aí para incentivar com novelas impróprias direcionadas a adolescentes, principalmente a famigerada Malhação, que “orienta” os jovens durante anos a fio, sendo agora a “identidade” como se intitula; cada vez que passamos pelo folhetim diário e anual, tem assuntos relacionados, a sexualidade: tema que pode ser até explorado, contudo incentivado é uma outra triste história.
Todos nós sabemos que os casos de gravidez indesejada multiplicam-se, entretanto o aborto ainda é proibido, mas o que devia se proibir mesmo é a facilidade sexual nesses tempos de internet, a família deve se aproximar mais do adolescente, que na maioria das vezes por falta de orientação ou excesso de permissividade, os problemas de todo o tipo aumentam e multiplicam-se.
Um desses problemas tem como “solução” o aborto, o abandono, o matricídio, mas esse tema polemico que todos “abortam” em discutir deve ser mais trabalhado, pois pior que criticar ou noticiar esses casos de exercício ilegal da medicina, é não dar a oportunidade da mulher fazer a sua escolha com a sua vida, com seu corpo, propiciando um crime pior ainda, terminar seus sonhos, seus dias, sua vida em uma clínica ilegal ou até em um barraco com um remédio abortivo dentro do útero.


Marcelo de Oliveira Souza


 
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marcelooso
 
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