CORAÇÃO MÍOPE
Abri os olhos do meu coração,
Não é de hoje que eu estava cego.
Tropeçava sempre na desilusão,
Querendo satisfazer o seu ego.
Sua estupidez lhe fazia míope,
Labirinto das falsas emoções.
Íntimo insano, amante medíocre,
Vivendo apenas de vãs paixões.
Falsas e vulgares, sem fulgor,
Estava à deriva na escuridão.
Jamais conheceu o real amor
Até que eu devolvi sua visão.
Hoje, alegre bate compassado,
A cortina do horizonte se abriu.
Sorrindo diz: “Estou apaixonado!”
Corro livremente a quem sorriu.
Geremias
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