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Poemas : 

Luz do meu deserto - Lizaldo Vieira

 

Luz do meu deserto – Lizaldo Vieira
É tarde
Bateu o deserto de você
Em mim
Quero correr
Buscar refúgio
Que nada
Tudo é tão distante
Mundo deserto
Nenhum socorro
Por perto
Pra que gritar
Apelar
Nimguem vai ouvir
Nem o clarão da fogueira
O luar da noite inteira
Ou o sol do dia mais tranquilo
Devolve-me o teu brilho
No deserto do meu caminhar
Dá-me do teu lume
Sou vagalume
Sufocado pelas mariposas
Preciso ir ao além
Seguir a bússola
Pisar o chão movediço
Tentar chegar
Em terra de ninguém
No mundo dos meus castigos
É duro o castigo
Perder-te amedronta-me
É preciso molhar-me na relva do amanhecer
Pra cedo chegar
Ouvir vozes ignoradas
Travar batalhas inimigas
Palmilhar as trilhas do amanhã
Aprender com as formigas
Como se irmanar
Apanhar o alimento desconhecido
Buscar as frutas frescas
Mais maduras
Fugir dos medos
Desvendar segredos
Imolado nos mistérios
Vejo assombração
Querendo ofuscar-me
Preciso aviar a ansiedade
Das asas á liberdade
Investir-me de tranquilidade silenciosa
Andar devagar
Brigar com os espinhos
Apanhar as rosas dos sonhos
Chagar longe
Entrar em terra estranha
Bater na porta do vazio de nós
De mim
É de você
Preciso de calma
Aliviar a alma
Avançar na beleza
Esconder a tristeza d’alma
Pois preciso da luz
Que reluza
De lâmpada na escuridão
De minha solidão
Só teu olhar é bom
Olho no olho
Reanima
É meu céu
Tudo em você é bom
Faz-me bem

Já é tarde
A noite vem caindo
E meu sonho sumindo
Tudo é escuridão
Custa-me entender
Que perdi você
Nem o clarão da fogueira junina
A lua da noite inteira
Ou o sol do dia mais tranquilo
Devolve-me o teu brilho
No deserto do meu caminhar
Dá-me do teu lume
Sou vagalume
Sufocado pelas mariposas
Preciso ir ao além
Seguir a bússola
Pisar o chão movediço
Tentar chegar
Em terra de ninguém
No mundo dos meus castigos
É duro o castigo
Perder-te amedronta-me
É preciso molhar-me na relva do amanhecer
Pra cedo chegar
Ouvir vozes ignoradas
Travar batalhas inimigas
Palmilhar as trilhas do amanhã
Aprender com as formigas
Como se irmanar
Apanhar o alimento desconhecido
Buscar as frutas frescas
Mais maduras
Fugir dos medos
Desvendar segredos
Imolado nos mistérios
Vejo assombração
Querendo ofuscar-me
Preciso aviar a ansiedade
Das asas á liberdade
Investir-me de tranquilidade silenciosa
Andar devagar
Brigar com os espinhos
Apanhar as rosas dos sonhos
Chagar longe
Libertarme desse vazio
Entrar em terra estranha
Bater na porta do vazio de nós
De mim
E de você
Preciso de calma
Aliviar a alma
Avançar na beleza
Esconder a tristeza d’alma
Pois preciso da luz
Que reluza
De lâmpada na escuridão
De minha solidão
Só teu olhar é bom
Olho no olho
Reanima
É meu céu
Tudo em você é bom
Faz-me bem




Q U E S E D A N E C U S T O d e V I D A - Lizaldo Vieira
Meu deus
Tá danado
É todo santo dia
O mesmo recado
La vem o noticiário
Com a
estória das bolsas
Do que sobe e desce no mercado
De Tóquio
Nasdaq
São paulo
É dólar que aume...

 
Autor
Lizaaldo
 
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