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POEMA INDULGENTE

 
Tags:  poesia  
 
POEMA INDULGENTE
Com início da humanidade nasceu a corrupção,
pois olhai que até quando nasceu um menino deus; um tal Cristo, logo o Poder de então, os tais três Reis Magos,
guiados por um GPS estrelar,
suas riquezas, entre elas ouro,
foram levar! Ouro, ouro!

Oh, meu deus, sempre o ouro!!
para agradar ao menino,
para presentear o menino,
para corromper o menino e seus pais,
que, até, hoje nenhuma polícia sabe
o que fizeram ao ouro, que receberam!

Ninguém sabe, ninguém! Ninguém, diz, talvez, o tivessem depositado no Banco do Espírito Santo,para render, para, depois, fazer Jesus feliz, num viajar, num programa dum Erasmos qualquer, por índias e ásias,
reaparecendo, mas sem mulher, já formado em magias, levando, entre multidões, milagres a cabo,
aparecendo aos olhos do poder romano,
como um militante de esquerda, acabando numa cruz,crucificado, prometendo vidas de ouro; as tais delícias celestiais, no outro mundo! Que Mundo? Alguém sabe?

Desde então, os romanos de antanho e os de agora, que romanos são, levam ouro a cada templo, que Roma dele dona se torna, que ao poder lambe a mão, há muito, muito tempo, não consta de mais crucificados,nem pedros nem paulos, por lutarem contra quem não dá pão!
Ponde.vos a pau!
O mundo está a ficar pau!

Talvez, porque desde o tempo de Jesus,
o ouro é Rei em cada templo, e há sempre reis magos, que desviam, que roubam ouro do banco do Espírito Santo, para ouro levar! Que querem em troca?

Apenas benções, perdões ou indulgências,
por frequentarem maus templos nas off-shores! Afinal, só querem ser bons cristãos;
pessoas de bem, que só querem,
que o mundo melhore com as riquezas que tem!
Mistério da fé!!!
O mundo não é o que se quer,
mas sim o que é!

Entretanto, o Espírito Santo foi à falência!
mas reza ao Diabo, por indulgências!
Autor: Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
Gondomar-Portugal


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