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Poemas : 

ETERNIDADES

 

A quem dera que fosse a poesia,
um canal de fugas, eternidades práticas.
A quem dera não esquecer do remanso,
que beiram as margens das imagens estáticas.
A quem dera deixar me levar,
pelas correntezas da ótica......ilusão;
querer ser diferente, navegar à nascente,
novo rumo, então...
São águas apenas, parecem que passam,
aos olhares tão rápidas, embargando a voz;
pois à favor das correntes, correm todas as águas; à irremediável, foz...
A quem dera.....

(ZéSilveira)

 
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ZESILVEIRADOBRASIL
 
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