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Contos -> Terror : 

O casarão

 
Tags:  loucura    alucinação  
 
_Clarice despertou no hospital sofrera um acidente de trânsito. Após medicada foi
Transferida para um manicômio. Delirava, ao mesmo tempo que gritava é verdade !
__De repente, um vento frio, batidas na porta do quarto parecia ser esmurrada. De onde vem este vento essa sensação estranha que me causa arrepios? Pensou Clarice! 
__Naquela noite lúgubre ela estava sozinha, diante do medo e sem saber o por quê?! Aquilo estava acontecendo com ela, não estava louca. Imediatamente cobriu-se, deixando apenas os olhos de fora. Estava muito assustada.
__Não conseguia ver ninguém,  mas ouvia as batidas. Colocou as mãos no ouvido ficou encolhida e começou a rezar, meu Deus, minha nossa senhora,  meu santo(...). Me ajude. Passou à noite revirando de um lado para o outro.
__Foi acalmando-se, a medida que o sol ia surgindo. Olhou todo o casarão e tudo estava no mesmo lugar. Respirou fundo, preparou um café quando o telefone tocou; era uma de suas irmãs. Ela sem contar o que havia passado, pediu a irmã que viesse dormir com ela àquela noite. Alegando que estava indisposta. A irmã logo concordou!
__Em torno das 23:00hrs (vinte e três)horas, sua irmã chegou; conversaram fizeram um
lanche e cada uma dirigiu-se para um quarto. Naquela noite a irmã de Clarice não dormiu, julgando sua irmã ; pois foi varias vezes para ver o que estava acontecendo com Clarice e nada via. Apenas os barulhos que eram interrompidos quando ela se aproximava.
__Logo cedo Clarice quis falar para sua irmã o sufoco que passou, mas sua irmã nem a deixou falar. Foi logo avisando que nunca mais domiria lá. Porque ela passou à  noite brincando com ela , e toda vez que ia a porta do quarto estava tudo normal.
__Mal sabia ela que àquela noite foi pior que a anterior. Além das batidas na porta do quarto algo quis sufocá-la. agarrando-á pelo pescoço. Clarice disse consigo mesma esta é a ultima noite que durmo aqui. Se continuar porei, uma placa de venda, ou alugo este casarão. Antes de dormir, foi logo se agarrando com todos os Santos.
__Alta madrugada tudo de novo , mas dessa vez o susto foi pior . Viu quando duas meninas com cabelos longos saiu debaixo de sua cama. Elas olhavam com olhos fúnebres, olhar luminosos, seguiram sem olhar para trás sumindo na escuridão da sala.
__Ela morrendo de medo cabelos em pé toda arrepiada viu descendo da escada do casarão um vulto com uma trouxa de roupas, saindo sem olhar para trás . No momento desmaiou. Recobrada do susto, respirou e foi mais uma vez fazer uma prece. Crendo que logo amanhecia e que, ela partiría dali sem demora.
__Não demorou ela viu a luz do banheiro acender. Naquele momento levantou-se desesperada , mas sem gritar, pois agora seria um ladrão? Mas a luz se apagou , ela achou estranho e foi olhar pela luz que vinha do corredor a luz da lua, aquela noite não estava tão escura assim.
__Foi quando viu ligeiramente a figura de um homem o vulto caminhou sentido o quintal. Ela não acreditava no que estava vendo. Foi devagar olhando todos os comodos e tudo estava como antes.
__Imediatamente arrumou uma mala , exclamando: Vou sair daqui antes que me julguém louca. Ninguém vai acreditar se eu falar. Mas estava trêmula em estado de choque. Foi a garagem entrou no carro quase não conseguia engatilhar a chave.
__Saindo em alta velocidade a procura de um hotel. Pensamentos conflitantes! Adormeceu no volante capotando quando acordou já estava num hospital. Num isolamento numa camisa de força!

Mary Jun
Jul/2.020


Mary Jun

 
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Maryjun
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