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Torrente

 
Tags:  poema    critica    Desmatamento    grilagem  
 
Torrente
 
Documentos em sépia,
auferidos pela volúpia
de lascivos da grilagem,
corroem terras devolutas.

Griladas por especuladores,
são corrompidas, surrupiadas
por gerações infestadas
com grileiros usurpadores.

A floresta tomba invadida
desmatada e queimada
ocupada por ruidosos grilos.

Tal torrente arrasta correntes,
insana, sangrando a floresta,
por fim, rasga o que resta.

 
Autor
Helio.Valim
 
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