Sonetos : 

Parado

 
Acaba-se o dia
Com uma fome impossível de explicar
O plenilunio a chegar

E este estômago que assobia
E não há nada para o calar
Não há nada para o acalmar
Para o tirar desta via

E eu por lá também me via
Queria-me encontrar
Antes de partir o luar

E outra luz serviria de guia
E o estômago ainda a roncar
Daquela fome que é não mudar!


---- Livros editados
# Diz-me quem sou (editora Baraúna)2019
# Unnu saccio (clube de autores) 2023
# Ik Denk (clube de autores) 2025
# Pela Estrada da Vida (c. autores) 2026 - Romance
* Participação Antologia Temos Fome - Brasil

 
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sisnando
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