Caminhamos para um mundo
Sem qualquer tipo de lei
O poder é um cancro profundo
Todos se inclinam á vontade do rei
E o marasmo é tão fundo
Que ONU, nem sei
Se se transformou num organismo moribundo
Que futuro Amanhã terei
Ontem, direitos até no submundo
Hoje, mesmo legal equacinei
Que talvez fosse melhor ser vagabundo
Para não afirmar matei
Aquele que vive em segundo
Façam-no vocês e enlouquecei!!!
Não sou nada
Nem ninguém
Mas tento
Humildemente ser eu!!!
Livros editados
- Diz-me quem sou (editora Baraúna)
- Unnu saccio (clube de autores)
- Ik Denk (clube de autores)