Com os olhos em minha aldeia
A minha alma se aperreia,
Ao ver quem mais semeia
Queimar na fogueira santa
Sem colher o que ele planta.
Fica com o que não ficou
No fantasma opressor,
Que colhe o que não plantou
E rasga a bandeira da alforria.
As abelhas me disseram que um dia
A gente entende que o fantasma apronta
E quem não deve é quem paga a conta.