Quinta-feira,12 de março
07:00 – Não dormi quase nada, desde as duas da manhã nessa angustiosa insônia – ainda bem que tenho, meu bom e velho radinho de pilhas e seus fabulosos fones de ouvidos. Também não jantei – no final da tarde de ontem tomei uma dose no Ed e quase vomitei de volta, retornei para a pensão assistir o bem-humorado Fala do Mundo de Alex Lima um caboco arretado de bom com seus vídeos engraçadas. O cheirinho da rede, duas latas de Glacial jogadas debaixo da estante de canos com os pés corroídos pela ferrugem. Uma cena inusitada no Père Cardin de manhã:
- Para onde tu vai levar essas sacolas? – perguntou Seu Guilbert com a voz engrolada por varias doses medonhas de mardita para o ignorante de Seu Arnold, que vinha do mercado e parou para quitar um debito com Gordilho – estávamos todos sentados.
- Para a casa da tua mulher – respondeu bruscamente.
- O QUÊ? Respeita seu cabra safado – pronto e dai surgiu uma discursão com palavras de baixo calão, que culminou com Seu Guilbert pegando uns tapas fortes no quenco e a intervenção seria de Dezão e do Poeta que afastaram o brabo do seu Arnold.
- Isso é para tu respeitar cara de macho – disse
- Que nada, tu é um miserave – Seu Arnold ameaçou voltar para aplicar o golpe final, outra intervenção.
Enfim a paz – “Vai morrer, esse desgraçado, mas quem foi mesmo que me empurrou? – Esse Guilbert – esse episodio deve servi de lição para o poeta que quando em alpha tem a mania feia de esculhambar as pessoas que lhe nega um trocado para birita. Ele tá levando muita sorte de não ter o pegado o dele. A ultima foi com uma autoridade, o mesmo que mandou a guarnição interpela-lo semana passada.
- Poeta, na segunda o sr estava muito louco, até xingou o sargento Leo – relembrou-lhe Diego, filho do saudoso Gato Guerreiro depois de sorver uma dose e acender uma careta no Comandante Lasierra.
Esse poeta não tem jeito... só Deus na causa.
07:00 – Não dormi quase nada, desde as duas da manhã nessa angustiosa insônia – ainda bem que tenho, meu bom e velho radinho de pilhas e seus fabulosos fones de ouvidos. Também não jantei – no final da tarde de ontem tomei uma dose no Ed e quase vomitei de volta, retornei para a pensão assistir o bem-humorado Fala do Mundo de Alex Lima um caboco arretado de bom com seus vídeos engraçadas. O cheirinho da rede, duas latas de Glacial jogadas debaixo da estante de canos com os pés corroídos pela ferrugem. Uma cena inusitada no Père Cardin de manhã:
- Para onde tu vai levar essas sacolas? – perguntou Seu Guilbert com a voz engrolada por varias doses medonhas de mardita para o ignorante de Seu Arnold, que vinha do mercado e parou para quitar um debito com Gordilho – estávamos todos sentados.
- Para a casa da tua mulher – respondeu bruscamente.
- O QUÊ? Respeita seu cabra safado – pronto e dai surgiu uma discursão com palavras de baixo calão, que culminou com Seu Guilbert pegando uns tapas fortes no quenco e a intervenção seria de Dezão e do Poeta que afastaram o brabo do seu Arnold.
- Isso é para tu respeitar cara de macho – disse
- Que nada, tu é um miserave – Seu Arnold ameaçou voltar para aplicar o golpe final, outra intervenção.
Enfim a paz – “Vai morrer, esse desgraçado, mas quem foi mesmo que me empurrou? – Esse Guilbert – esse episodio deve servi de lição para o poeta que quando em alpha tem a mania feia de esculhambar as pessoas que lhe nega um trocado para birita. Ele tá levando muita sorte de não ter o pegado o dele. A ultima foi com uma autoridade, o mesmo que mandou a guarnição interpela-lo semana passada.
- Poeta, na segunda o sr estava muito louco, até xingou o sargento Leo – relembrou-lhe Diego, filho do saudoso Gato Guerreiro depois de sorver uma dose e acender uma careta no Comandante Lasierra.
Esse poeta não tem jeito... só Deus na causa.